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SANTÍSSIMA TRINOSOFIA

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VIDA E OBRA DE SAINT GERMAIN - II

Importante missão diplomática secreta foi dada a Saint Germain pelo Rei Luís XV. Ele foi para Haia, a fim de ver se os ingleses aceitariam  uma paz conveniente para a França. Cedo Saint Germain descobriu que o Duque de Choiseul estava trabalhando contra a paz, tendo como cúmplice o Conde d'Affry, embaixador francês. Saint Germain procurou convencer a lhe ajudarem, por agir em nome do Rei da França, Madame de Pompadour, diplomatas e Jorge III, mas  sabedor de que ele descobrira suas reais intenções, Choiseul ordenou que o prendessem. Ele conseguiu fugir para a Inglaterra, sendo recebido na corte.

Um importante personagem, o Conde de la Watú escreveu, para Saint Germain, entre outras coisas: "... Sei bem, Monsieur, que sois o maior senhor em toda a Terra; só lamento que pessoas vis ousem dar-vos aborrecimentos, e sei que ouro e intrigas estão sendo empregados em oposição aos vossos esforços pela paz... não tenho senão meu braço e meu sangue, mas ponho tudo isso a vosso serviço".

Saint Germain voltou a Paris em maio de 1761. Sabedor disso, o Marquês d'Urfé informou Choiseul da presença do Conde, ao que ele respondeu: "Não me surpreende, pois ele passou a noite em meus aposentos". Foi muito proveitosa a discussão que tiveram, pois resultou no Pacto de Família, mais tarde sucedido pelo Tratado de Paris, que deu fim às guerras coloniais.

Depois, em São Petersburgo, Saint Germain prosseguiu com seu trabalho. O Conde Gregor Orloff escreveu ao Margrave de Brandenburg-Anspach que o Conde "teve grande papel na sua revolução" e ajudou a estabelecer Catarina II no trono.

Por volta de 1763, o Conde Karl Cobenzl escreveu para o Primeiro Ministro, Príncipe Kaunitz, o seguinte, sobre Saint Germain: "Possuindo grande fortuna, ele vive na maior simplicidade; ele sabe tudo, e demonstra uma retidão, e uma bondade de alma, dignas de admiração". Descreveu também uma transmutação do ferro, vários processos de tintura "e o mais perfeito curtume", a eliminação do cheiro dos óleos de pintura e a produção de cores brilhantes. Falou sobre um plano de manufatura sem custo, pelos quais o Conde recusou recompensa, exceto e tão somente uma pequena parcela dos lucros.

Nobres importantes reconheceram nele as características de um Adepto. Mas quando alguém falou da Pedra Filosofal, Saint Germain ridicularizou os esforços de vários alquimistas, que "não usam agente nenhum, exceto o fogo, esquecendo que o fogo divide e decompõe, e que consequentemente é mera tolice depender dele para a criação de um composto novo".

Saint Germain foi iniciador de Cagliostro, que, embora caluniado por muitos, era um verdadeiro Alquimista, sempre fiel ao seu Mestre. Todavia, sobre Saint Germain, diz Thiébault: "Na história do Monsieur de Saint-Germain temos a história de um homem sábio e prudente que jamais atentou voluntariamente contra o código de honra, ou fez algo que pudesse ofender nosso senso de probidade. Temos maravilhas sem fim, mas nunca algo mesquinho ou escandaloso".

Em Veneza, por volta de 1770, Saint Germain instalou uma fábrica que empregava centenas de operários trabalhando no tingimento e processamento do linho para que tomasse a aparência de seda italiana.

Após viajar passando por várias cidades, no período 1774/1776 - Haia, Schwalbach, Hanau, Triesdorf, Leipzig e Dresden, foi, em 1779, para Hamburgo. Aceitou a hospitalidade de seu amigo, o Príncipe Karl von Hesse, com quem realizou várias operações mágicas secretas, inclusive estabelecendo uma farmácia de produtos naturais.

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