Centro de Estudos e Pesquisas Euclides da Cunha - CEPEC é o pioneiro na defesa do meio ambiente na Região Serrana do Rio de Janeiro.   Há mais de meio século, o CEPEC trabalha pela ecologia na região de Cantagalo RJ

O CENTRO DE ESTUDOS E PESQUISAS EUCLIDES DA CUNHA - CEPEC trabalha pela ecologia desde 1959, quando redescobriu a Gruta da Pedra Santa, fotografou-a mapeou-a  e divulgou-a em artigo publicado em 1961 no Anuário Geográfico do Estado do Rio de Janeiro. Continuando suas atividades em 1991, o CEPEC descobriu, nomeou, fotografou, mapeou e divulgou, a Gruta do Novo Tempo.

 

Histórico do CEPEC 

QUANDO, na década de 1960, poderosas companhias resolveram instalar um polo cimenteiro no distrito de Euclidelândia, município de Cantagalo, os lideres locais se entusiasmaram. Até mesmo um estudioso das belezas naturais da terra, Bento Luiz de Moraes Lisboa, colaborou para o feito, ajudando a convencer o Sr. Sebastião Lutterbach, então proprietário da Fazenda da Saudade, a vendê-la para a cimenteira.

NAQUELA época havia o CEPEC - Centro de Estudos e Pesquisas Euclides da Cunha, fundado pelo jornalista Sebastião Antonio Bastos de Carvalho, que, associado a Bento Luiz, redescobriu e divulgou, em artigo ilustrado publicado no Anuário Geográfico do Estado do Rio de Janeiro, (1959/61) a Gruta da Pedra Santa, e, anos mais tarde, com sua mulher, Rosa Maria, descobriu, mapeou, denominou e divulgou a Gruta do Novo Tempo, no distrito de Boa Sorte.

No final da década de 1950, Sebastião Antonio Bastos de Carvalho atuava no jornal  O NOVO CANTAGALO, de propriedade de seu pai, o jornalista Antonio Ferreira de Carvalho. Veio a conhecer um novo residente da cidade, Bento Luiz de Moraes Lisboa, que havia desistido de estudar  engenharia, no Rio de Janeiro e estava bem ambientado na fazenda de sua família no vizinho município de Cordeiro. Amigos, dedicavam seu tempo de folga ao estudo da natureza... Sebastião, mais voltado para os livros, acabou achando referências à Gruta da Pedra Santa e outras atrações naturais, o que o fez ter a idéia de criar  um centro de estudos, o CEPEC, para o qual chamou Bento Luiz e mais dois rapazes: Marquinhos Lutterbach e Antonio Carlos Gonçalves. Usando a caminhonete de Bento, o grupo procurou e achou a Gruta da Pedra Santa, passando a explorá-la. Sebastião, Bento e Marquinhos confeccionaram um mapa da gruta e, ajudados por um professor de Nova Friburgo, Hermano Fontão, tiraram as primeiras fotos, que Sebastião publicou em seu artigo: "Gruta da Pedra Santa: Jóia da Natureza em Cantagalo" no Anuário Geográfico do Estado, 1961. Com a mudança de Sebastião para Niterói, em 1963, o CEPEC ficou inativo por décadas, sendo reativado por ele e sua mulher, Rosa Maria, em Niterói, atuando em Cantagalo em 1991. O novo grupo criou o site que permanece ativo até hoje: www.nitcult.com.br/cepec.htm  (Foto: Sebastião e Bento Luiz, na entrada da Gruta da Pedra Santa, em 1959).

O relacionamento de Bento Luiz com a cimenteira, tendo ele chegado a ajudar em obras de paisagismo em seus domínios, caiu em declínio quando constatou os danos que a referida organização estava começando a causar ao meio ambiente!

JÁ Sebastião Carvalho, que em 1963 não mais residia em Cantagalo, e sim em Niterói, engajou-se na defesa do meio ambiente em Cantagalo. Em meados de 1990, levou a TV Serra-Mar, de Nova Friburgo, a Euclidelândia, para uma reportagem-denúncia contra a semi-destruição da Gruta da Pedra Santa pela Mauá. Isso resultou em ação da Prefeitura Municipal que através do Prefeito Geraldo Pires Guimarães e dos vereadores, decretou que a Gruta da Pedra Santa passaria a ser considerada patrimônio do município. O vereador Dr. Júlio Marcos de Souza Carvalho apresentou projeto, unanimemente aprovado, de congratulações com o Sociólogo e jornalista Sebastião Antônio Bastos de Carvalho, por sua corajosa atuação em defesa da ecologia em Cantagalo.

FOTO HISTÓRICA - Visita que autoridades do município de Cantagalo fizeram à Gruta da Pedra Santa, promovida pelo CEPEC, em 1991. Além do Prefeito Geraldo Pires Guimarães e esposa, a Secretária de Educação, Lucinha, o Secretário de Turismo, Celso Guimarães e esposa, o Secretáio de Administração, Luiz Vieira, a Secretária de Cultura, Déa Gerk Viana, e os dirigentes do CEPEC, Sebastião A.B. de Carvalho e esposa, Rosa Maria Rossi de Carvalho.

O TRABALHO de divulgação de Cantagalo, realizado pelo CEPEC em 1991, revestiu-se de brilhantismo, com a produção de vídeo-documentários sobre as fazendas e grutas calcárias do município, tudo com o apoio da Prefeitura. Foi editado um livro, O Tesouro de Cantagalo, com revelações importantes sobre a saga do Mão de Luva, e também organizado um álbum das fazendas, que devido a mudanças na administração pública, permaneceu inédito!

EM setembro de 1991, o casal Sebastião-Rosa Maria soube da existência de uma gruta calcária inexplorada no distrito de Boa Sorte. Rumando para o local, e com autorização do proprietário das terras, Sr. Mário, os dirigentes do CEPEC exploraram, mapearam, fotografaram, e divulgaram a maravilha, dando-lhe a denominação de Gruta do Novo Tempo.

Eis o casal Sebastião e Rosa Maria, em 1991, no interior da Gruta do Novo Tempo. Com recursos rudimentares, eles fotografaram, mapearam, denominaram e divulgaram esta maravilha da natureza em Boa Sorte. (Foto obtida com flash e disparador automático).

AS PRIMEIRAS FOTOS DO INTERIOR DA GRUTA DO NOVO TEMPO...

  
           

Denominações dadas aos espeleotemas pelos descobridores:  1- Trono da Entrada; 2- Grande salão; 3- "Hole" ou janela; 4- Sorvete;                5- Véu;     6- Mão pelada.

ANOS DEPOIS da saída do CEPEC, na década de 80, foi criada a SECAN - Sociedade Ecológica de Cantagalo, por Bento Luiz, que se retirou, após trabalhar pela criação da Reserva Ecológica dos Cambucás. Deixou a luta para outros batalhadores da ecologia, que até hoje continuam defendendo o meio ambiente e a saúde das populações da região, contando, agora, com o apoio do Deputado Altineu Côrtes, que, da tribuna da Assembléia Estadual, vem-se pronunciando contra a poluição em Cantagalo.

CEPEC continua trabalhando via Internet

DIANTE da insensibilidade dos que nos últimos anos vem administrando o município, mostrando-se indiferentes aos oferecimentos do CEPEC, que é capaz de desenvolver projetos culturais importantes, -- nosso trabalho restringe-se à divulgação na Internet, através do site www.nitcult.com.br/cepec.htm

DOS projetos do CEPEC destaca-se a criação de um Museu Histórico e Antropológico no qual se colocariam subsídios constantes de trabalhos como 1-Grutas calcárias, 2-Pré-História, 3-Mineração, 4-Agropecuária e 5-Indústria.

PRÉ-HISTÓRIA é um tema ainda praticamente desconhecido, embora o CEPEC o venha divulgando em seu site há décadas!   Cantagalo ignora o importante acervo peleontológico do qual o CEPEC encontrou e seguiu pistas, registradas em literatura oficial. Segundo esses relatos, o município abrigou animais como: megatério, mastodonte, gliptodonte, cavalo-fóssil, tigre dente-de-sabre e outros da Era Terciária, quando surgiu o homem na face da Terra! 

PODERÍAMOS construir réplicas desses animais, reconstituir seu habitat e disponibilizar informações sobre eles e o meio-ambiente pré-histórico, relacionando tudo com o homem recém-chegado!

ALGUMAS IMAGENS DOS PRÉ-HISTÓRICOS CANTAGALENSES

             

              Megatério (Preguiça gigante)             Mastodonte e Tigre                      Gliptodonte                                Cavalo fóssi

DESBRAVAMENTO Foi o faiscador Manoel Henriques, conhecido como Mão de Luva, por usar uma luva na mão direita, quem desbravou os Sertões do Macacu, território do que se tornou o município de Cantagalo. As terras de Cantagalo compreendiam vários municípios, que se foram formando através de desmembramentos, com o correr dos anos.

MINERAÇÃO: DESBRAVAMENTO DOS  SERTÕES DO MACACU, REGIÃO DE CANTAGALO

  Mão de Luva: História e Lenda    Portugal e as áreas Proibidas

 Minas versus Rio de Janeiro    O tesouro do Luva

Mão de Luva: História e Lenda

        Durante muitos anos, cantagalenses e seus vizinhos acreditaram na lenda do Mão de Luva, como sendo um fidalgo que, tendo vivido uma malfadada história de amor com a Rainha Maria I, de Portugal, veio para o Brasil tentar obter riqueza, a fim de, quando as condições políticas se tornassem menos adversas, pudesse retornar à pátria e reconstruir sua vida ao lado da amada, se possível...

Essa versão romântica sobre a vida do desbravador dos Sertões do Macacu, denominação da Cantagalo do século XVIII, permaneceu por muito tempo, divulgada por um historiador local, Acácio Ferreira Dias, e uma literata muito respeitada, Amélia Tomás... Também escritores dos municípios vizinhos e o próprio IBGE aceitaram a versão, colocando-a em suas publicações...

Mas um sociólogo contemporâneo, jornalista que se fez em Cantagalo e em Cantagalo viveu fazendo jornalismo e lecionando, -- Sebastião Antonio Bastos de Carvalho -- sempre desconfiou dessa história e, quando a vida lhe permitiu, após ter-se mudado para Niterói, lançou-se à pesquisa que outros não puderam fazer, ou não quiseram fazê-lo, fixando-se nas conclusões mais fáceis da imaginação -- e tomou conhecimento de fatos comprovados em documentos históricos oficiais, que lhe permitiram provar a evidência da falsidade da versão "romântica" da vida de Manoel Henriques, o Luva, referente ao aludido romance com D. Maria I.  Em seu livro O TESOURO DE CANTAGALO, Sebastião A.B. de Carvalho prova que Manoel Henriques, o célebre Mão de Luva, tinha mulher e filhos e ainda um enteado. Chefiava um clã, do qual faziam parte três irmãos, de nomes Antonio Henriques, Felix da Silva e Ignácio da Silva.  Assinala também o sociólogo-historiador que Mão de Luva era um homem religioso, que tratava bem os índios, ensinando os jovens a rezar. Provando esses fatos, o livro O TESOURO DE CANTAGALO, conquanto singelo, constitui-se no mais importante documento da história de Cantagalo, porque restabelece a verdade dos fatos onde antes existia a deturpação que a falta de pesquisas adequadas e suficientes acarreta.    Derrubada a tese "romântica" da vida do Mão de Luva, não há, contudo, motivo para tristezas por parte dos cantagalenses e demais habitantes dos municípios que pertenceram aos Sertões do Macacu -- pois a realidade de sua vida é, em seu desenrolar e em suas peripécias, ainda mais excitante e romântica do que o falso enredo por tanto tempo divulgado...

Portugal e as áreas Proibidas

        A Coroa Portuguesa  esmerou-se no combate aos "facinorosos" que invadiam as chamadas áreas proibidas, na busca ao ouro e pedras preciosas. A energia com que o Governador de Minas ordenou a realização da diligência nos Sertões do Macacu, onde o Luva tinha o seu reduto, prende-se ao fato de ter sido pressionado pela Corte do Marquês do Lavradio, Vice-Rei do Estado do Brasil, que exigiu a destruição da mineração clandestina.  O Marquês havia recebido uma carta de Lisboa, com ordens análogas.  No documento, expedido de Lisboa em 21.01.1786, recomendava-se "uma ação conjunta Rio de Janeiro - Minas Gerais, a fim de se reprimirem, de uma vez,  as continuadas desordens e extorsões que se tem praticado no novo Descoberto do sertão de Cachoeiras de Macacu; estabelecendo-se os mais precisos meios porque deve ser desalojado daqueles sítios, pela tropa de Minas Gerais, o famoso Corpo de Contrabandistas e Extraviadores, que se tem ali congregado..."    

Minas versus Rio de Janeiro

        Preso Mão de Luva e seus companheiros, e tomadas as providências referentes ao despojo da área, estabeleceu-se uma celeuma entre o Vice-Rei do Brasil e o Governador de Minas Gerais. 

        Destacamos um trecho de carta-denúncia do Vice-Rei, enviada a Portugal:

"De tudo o referido, bem se conclui que o dito Governador de Minas Gerais, além da má fé com que se tem comportado em todo este negócio, do ódio, e má vontade que tem mostrado às Novas Minas do Macacu, em que esperava ter toda a intervenção, se tem inteiramente oposto às ordens de V.Excia., não querendo proceder contra os culpados, que se lhe recomendaram, nem remeter os escravos extraviadores apreendidos no Sertão, que foram levados para a Cadeia de Vila Rica, e aplicando por seu arbítrio à Real Fazenda daquela Capitania a importância do ouro, dinheiro, bens, e talvez dos ditos escravos, sem sentença que qualifique esta aplicação, preterida e desprezada toda a forma com que as leis mandam proceder em semelhantes casos..." 

A herança do Luva, e o Tesouro de Cantagalo

        Falava-se de um certo tesouro, grande quantidade de ouro, que o Mão de Luva, sentindo a proximidade do fim, teria enterrado em lugar secreto, para posterior resgate.

         Conhecemos até uma gruta, localizada no município de Bom Jardim (que já pertenceu a Cantagalo) que é denominada de Gruta do Mão de Luva!  Este fato e alguns rumores aguçam a curiosidade, e podem alimentar cobiças.

           De nossa parte, preferimos ficar com a riqueza do que foi plantado por Mão de Luva: Desbravando a terra, organizou uma comunidade, o que veio provocar a posterior colonização dos Sertões do Macacu. Demonstrou tenacidade, coragem, para desbravar uma grande área; capacidade de trabalho, competência, para implantar um núcleo populacional... Soube lidar com escravos e com índios, tendo, inclusive, ensinado crianças indígenas a rezar... 

            Esta a herança do Luva, e o Tesouro de Cantagalo!

FAZENDAS -  A fazenda cantagalense produzia de tudo necessário à subsistência, e exportava vários produtos para o exterior. Mas foi a produção cafeeira que avultou, fazendo de Cantagalo, por volta de 1860, o maior produtor da rubiácea no mundo! Os coronéis do café viviam na riqueza, importando produtos da Europa, e construindo mansões admiráveis. O declínio ocorreu na época da abolição da escravatura. E o Rio de Janeiro deu início à industrialização do país, com os capitais oriundos da atividade agrícola.

AS  FAZENDAS DE CANTAGALO

Fotos tiradas pelo CEPEC ao estudar as propriedades

                        Clicar nos nomes das fazendas, para mais informações

O CEPEC possui um acervo de cerca de 50 fazendas

            

     ITAOCA                                                                         BOA SORTE

 

      

       SANTANA                                                                    SOLEDADE

 

     

                                                       SANTA  TEREZA                                                             SANTA ISABEL


                               CEPEC inicia parceria com o IBAMA de Nova Friburgo RJ

           PRESENTEMENTE, o CEPEC está reativando seus Projetos, utilizando-se dos meios de que dispõe, especialmente recursos de comunicação via Internet.  Achando que o IBAMA Nova Friburgo tinha conhecimento do trabalho pioneiro do CEPEC em Cantagalo, enviamos mensagem ao IBAMA - Nova Friburgo:

Assunto: Reserva Regional Grutas Calcárias
De: Sebastian Carvalho (mahabhutani@yahoo.com.br)
Para: esregnovafriburgo.rj@ibama.gov.br;
Data: Sábado, 29 de Setembro de 2012 10:32

Prezados pesquisadores,

Na qualidade de presidente do CEPEC, fundado em 1959 em Cantagalo RJ, instituição pioneira na defesa do meio ambiente nesta região, venho fazer contato, para nos unirmos na luta pela preservação do patrimônio natural da região. Como podem ver em nosso site, que já conhecem, --  estudamos essas cavernas, que fotografamos e mapeamos (tudo em primeira mão!)  e chegamos a salvar a Pedra Santa de destruição, ameaçada pela cimenteira, em 1990 -- quando levamos a TV Serra Mar a divulgar a situação, o que provocou ação de tombamento pela Prefeitura de Cantagalo. A Pedra Santa foi por nós redescoberta, primeiro em livros, depois in loco, e a Novo Tempo foi por nós descoberta. Não tinha nome, e nós a denominamos "Novo Tempo", pois achávamos que a partir de então, os governos agiriam em termos de proteção e preparação dos sítios para o turismo e pesquisas cientificas... Descobrimos ainda outras grutas como a Descoberto e a Boi Deitado... Mudamo-nos de Cantagalo, prosseguindo contudo, na Internet. pois a luta deve continuar sempre! Eis porque estamos fazendo este contato. Breve faremos uma visita aos distintos pesquisadores do IBAMA.

Sebastião Antonio Bastos de Carvalho - Sociólogo, Antropólogo.

Rosa Maria de Oliveira Werneck Rossi de Carvalho - Pesquisadora 

ANEXO: Os descobridores da Novo Tempo, em seu interior - 1991


CEPEC no IBAMA

Com efeito, no dia 3 de outubro, os dirigentes do CEPEC visitaram o IBAMA Nova Friburgo, sendo recebidos pelo pesquisador Henrique Fontes e seu colega Guerra. Nesse encontro o IBAMA, através de Henrique Fontes, propôs uma parceria IBAMA-CEPEC, para implementação de projetos na região sob a jurisdição da Regional de Nova Friburgo, convidando o nosso presidente para proferir uma palestra sobre as possibilidades da área. Convite aceito, o CEPEC aguarda contato do IBAMA para desenvolver o seu trabalho em conjunto com esse órgão federal.

AINDA temos esperança de concretizar as nossas melhores ideias na região de Cantagalo. Para tanto é preciso que haja uma melhor conscientização por parte do povo e de seus dirigentes. A união em torno de objetivos elevados é capaz de possibilitar grandes realizações. E a defesa do meio ambiente é a grande prioridade de todos nós!

O CEPEC - Centro de Estudos e Pesquisas Euclides da Cunha, com personalidade jurídica, muito é capaz de fazer. Que o futuro reserve para Cantagalo um destino melhor do que o desenhado até então!

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